O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) registrou alta de 0,25% em setembro, abaixo do avanço de 0,85% em agosto. Com o resultado, o indicador acumula valorização de 6,61% nos últimos 12 meses, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV).
A desaceleração foi observada nos três grupos analisados. Em Materiais e Equipamentos, a variação passou de 0,33% em agosto para 0,17% em setembro. Nos serviços, o aumento recuou de 0,33% para 0,15% no período.
A Mão de Obra apresentou a maior perda de ritmo entre os grupos, saindo de uma alta de 1,56% em agosto para 0,37% nesta divulgação.
Entre os itens que contribuíram para aliviar o índice estão vergalhões e arames de aço ao carbono, cuja variação passou de 0,19% para -0,27%. Tubos e conexões de PVC foram de 2,92% para -0,48%, enquanto placas cerâmicas para revestimento passaram de -1,37% para -0,32%.
Também registraram queda barracão da obra/container, de 0,19% para -1,07%, e mangueiras e caixa para mangueiras, de -0,07% para -0,48%.
Na direção oposta, condutores elétricos aceleraram de 1,86% para 2,34%. Pedreiro passou de 1,10% para 0,44%; eletricista, de 1,27% para 0,43%; engenheiro, de 1,89% para 0,44%; e carpinteiro, de 1,66% para 0,44%.



