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Economia

Indústria perde ritmo em julho, enquanto emprego e salários mantêm avanços

Faturamento recuou 2% na passagem mensal, mas indicadores de trabalho e remuneração tiveram variações positivas, aponta a CNI.

Indústria perde ritmo em julho, enquanto emprego e salários mantêm avanços

O faturamento real da indústria de transformação recuou 2% em julho na comparação com junho, segundo os Indicadores Industriais da Confederação Nacional da Indústria (CNI). A queda praticamente anulou o avanço de 2,1% acumulado em maio e junho.

O resultado mensal destoou do comportamento dos indicadores ligados ao mercado de trabalho e à remuneração. As horas trabalhadas na produção cresceram 0,2%, enquanto a Utilização da Capacidade Instalada passou de 77,3% para 77,4%, uma alta de 0,1 ponto porcentual. Para a CNI, esses movimentos representam estabilidade na passagem de junho para julho.

Na comparação anual, o faturamento avançou 2% em relação a julho de 2025. O desempenho, porém, permaneceu negativo no acumulado de janeiro a julho de 2026, com retração de 0,5% ante o mesmo período do ano anterior.

Trabalho e renda

O emprego industrial aumentou 0,2% em julho frente a junho, variação classificada como estabilidade pela entidade. Em relação a julho de 2025, o indicador caiu 0,3%. No acumulado dos sete primeiros meses de 2026, a redução chegou a 0,6% na comparação com o mesmo intervalo do ano anterior.

A massa salarial teve alta de 0,2% na passagem mensal e acumulou crescimento de 0,6% entre janeiro e julho. Frente a julho de 2025, o avanço foi de 0,7%.

O rendimento médio real não variou entre junho e julho. Na comparação com julho de 2025, houve alta de 1%; no acumulado dos sete primeiros meses de 2026, o crescimento alcançou 1,2%.

Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da CNI, afirmou que a principal mudança do mês foi a redução do faturamento, enquanto os demais indicadores apresentaram variações pequenas.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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