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Acordo amplia presença militar dos EUA na Groenlândia

Pacto com Dinamarca e Groenlândia autoriza reforço militar americano, mas mantém a ilha sob soberania dinamarquesa.

Acordo amplia presença militar dos EUA na Groenlândia
Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

Os Estados Unidos, a Dinamarca e a Groenlândia assinaram nesta terça-feira (22) um acordo para reforçar a segurança da ilha ártica. O pacto amplia a presença militar americana no território, que continua sob soberania dinamarquesa e preserva o direito à autodeterminação groenlandesa.

A assinatura ocorreu depois do discurso do presidente dos EUA, Donald Trump, na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York. O texto foi negociado pelos governos das três partes durante meses e reduz as tensões entre Washington e Copenhague após declarações de Trump sobre a possibilidade de a Groenlândia passar a integrar os Estados Unidos.

Estrutura militar prevista

O acordo permite que os EUA estabeleçam na Groenlândia um sistema de defesa chamado “Cúpula Dourada”, descrito no documento como um escudo contra ameaças de mísseis balísticos. O pacto também prevê a ampliação da presença militar americana e a reativação de instalações em Narsarsuaq e Mestersvig.

A ilha abriga a base militar americana mais ao norte. Também é atravessada pela rota mais curta entre a Europa e a América do Norte, segundo as informações associadas ao acordo.

Durante o discurso na ONU, Trump disse que a expansão americana no Ártico e no Atlântico Norte protegeria os Estados Unidos e a Europa. Ele também afirmou que o entendimento “fortalece muito a Otan”. Em outros momentos, o presidente norte-americano manifestou preocupação com a presença de forças russas e chinesas.

O documento foi assinado por Trump, pela primeira-ministra dinamarquesa, Frederiksen, e pelo primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen. O premiê groenlandês afirmou que a ilha é importante para a segurança da América do Norte e para a segurança transatlântica.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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