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Egito planeja centro de inteligência artificial com tecnologia da Nvidia

Projeto começa com uma instalação de 20 megawatts e prevê expansão para 200 megawatts em parceria com empresas de tecnologia.

Egito planeja centro de inteligência artificial com tecnologia da Nvidia

O Egito anunciou um projeto para construir seu primeiro centro de dados de inteligência artificial em larga escala, com capacidade final prevista de 200 megawatts e investimento de um bilhão de dólares (5 bilhões de reais). A estrutura utilizará tecnologias da Nvidia, empresa americana que fornece processadores gráficos usados principalmente no treinamento de modelos de IA.

O plano foi apresentado nesta quarta-feira (9) por Raafat Hindi, ministro egípcio de Comunicações e Tecnologias da Informação. A implantação começará com uma unidade de 20 megawatts, orçada em 200 milhões de dólares (um bilhão de reais), durante uma fase inicial de três anos.

Empresas envolvidas

A construção será feita em parceria entre Vodafone Business, Elsewedy Electric e Cassava Technologies, principal parceira da Nvidia na África. A Cassava afirmou que o centro egípcio “será beneficiado pelas tecnologias de computação acelerada da Nvidia”.

O anúncio ocorre enquanto Estados Unidos e China procuram ampliar sua presença no Oriente Médio e na África por meio de projetos ligados à inteligência artificial e à infraestrutura tecnológica. Os processadores gráficos da Nvidia são instalados em centros de dados projetados para dar suporte ao desenvolvimento de sistemas de IA.

Na semana passada, antes da primeira visita ao Egito em 10 anos do presidente chinês Xi Jinping, a Huawei havia apresentado uma proposta para construir um centro de dados no país. Washington reagiu com uma oferta concorrente envolvendo Nvidia, AMD e Microsoft.

Durante a visita, Xi Jinping e o presidente egípcio, Abdel Fattah al-Sissi, assumiram o compromisso de “reforçar a cooperação” em inteligência artificial e tecnologias, mas não firmaram um acordo.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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