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Washington impõe barreiras de visto a sul-africanos em disputa sobre políticas raciais

Marco Rubio disse que as medidas atingem pessoas ligadas a confisco de terras, discriminação racial ou incitação à violência.

Washington impõe barreiras de visto a sul-africanos em disputa sobre políticas raciais

Os Estados Unidos anunciaram nesta terça-feira (15) restrições de visto para cidadãos da África do Sul, ampliando o conflito diplomático entre Washington e Pretória. A decisão foi divulgada depois de críticas do presidente Donald Trump às políticas de justiça racial adotadas no país após o fim do apartheid.

Em comunicado, o secretário de Estado americano, Marco Rubio, afirmou que as medidas atingem sul-africanos envolvidos em ações que “facilitam confisco de terras sem compensação, discriminação racial e/ou incitação à violência iminente contra membros de grupos étnicos ou raciais minoritários”. O governo americano não informou quais pessoas serão alcançadas inicialmente.

Desde que voltou ao poder no ano passado, Trump acusa as autoridades sul-africanas de perseguirem os africânderes, descendentes de colonos europeus. O texto-fonte informa que as acusações foram feitas sem apresentação de provas e contribuíram para uma deterioração significativa da relação entre os dois países.

Em uma publicação no X, Rubio também acusou o governo sul-africano de “destruindo sua economia ao embarcar em uma cruzada racial revanchista contra a minoria africânder”. Trump tem direcionado críticas sobretudo aos programas de ação afirmativa criados para enfrentar desigualdades associadas à colonização e ao apartheid.

Os africânderes formam a maior parte da população branca sul-africana. Do grupo saíram os dirigentes responsáveis pela implantação do apartheid, regime que restringiu direitos da maioria negra entre 1948 e o início da década de 1990.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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