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Irã promete resposta mais rápida após ataques dos EUA a petroleiros

Mohammad Bagher Qalibaf afirmou que Teerã abandonará respostas proporcionais após ofensiva americana contra três navios iranianos.

Irã promete resposta mais rápida após ataques dos EUA a petroleiros

O Irã ameaçou responder de forma mais rápida, enérgica e dolorosa a novos ataques dos Estados Unidos, após forças americanas atingirem três petroleiros iranianos. A declaração foi feita neste domingo, 6, por Mohammad Bagher Qalibaf, principal negociador iraniano, em discurso transmitido pela mídia estatal.

“Os americanos devem ter percebido que a era das respostas proporcionais acabou”, afirmou Qalibaf. Ele acrescentou que qualquer agressão contra os interesses e a segurança do Irã receberá uma reação mais intensa.

A ofensiva americana ocorreu depois que navios de guerra da Marinha dos Estados Unidos foram atingidos por mísseis balísticos, informou o Exército americano neste sábado, 5. No comunicado, os militares advertiram que, “se necessário, destruirá a frota petrolífera limitada e vulnerável do Irã”.

O documento também informou que um porta-aviões e um destróier americanos escaparam de múltiplos ataques iranianos enquanto patrulhavam a região. Nenhum militar dos Estados Unidos ficou ferido, e não foi esclarecido quando os mísseis foram disparados. Dois petroleiros iranianos foram permanentemente danificados, enquanto um terceiro, que estava vazio, foi destruído.

A nova troca de ataques ocorre depois de tentativas frustradas de negociação e mantém a escalada de um conflito iniciado em 28 de fevereiro, quando Estados Unidos e Israel atacaram o Irã. A guerra intermitente já dura seis meses, período em que os dois lados vêm tentando provocar danos militares e econômicos. Um dia antes dos ataques aos petroleiros, Donald Trump havia descrito o conflito como “insignificante”. Ataques anteriores do Irã no mar tinham como alvo navios mercantes.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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