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Ulf Kristersson deixa o cargo após derrota da direita na Suécia

Renúncia do primeiro-ministro abre caminho para Magdalena Andersson liderar uma coalizão de centro-esquerda.

Ulf Kristersson deixa o cargo após derrota da direita na Suécia
Foto: Denis Balibouse/Reuters

O primeiro-ministro Ulf Kristersson, do Partido Moderado, anunciou nesta quinta-feira (17) que deixará o cargo depois de a coalizão de direita perder a eleição parlamentar para o bloco de esquerda. A votação ocorreu no domingo (13), mas a apuração foi concluída apenas nesta quinta-feira (17).

O grupo vencedor, liderado por Magdalena Andersson, do Partido Social-Democrata, obteve 176 cadeiras no Parlamento. A coalizão de Kristersson ficou com 173 assentos, em uma disputa definida por margem estreita.

Renúncia e formação do governo

Em uma carta publicada na rede social X, Kristersson pediu ao presidente da Câmara que inicie o processo para a formação de um novo governo. “solicito que seja destituído do cargo de primeiro-ministro para que esse trabalho possa começar imediatamente”, escreveu o político.

A saída do líder da direita permite que Andersson tente voltar ao posto de primeira-ministra, que ocupou entre 2021 e 2022. Em discurso transmitido pelo X, ela afirmou que parte da população não se sentiu bem-vinda no país e declarou: “esta é uma nova era”.

A posição de Kristersson havia sido alvo de críticas após a entrada do partido de extrema-direita Democratas Suecos na coalizão. Nos últimos anos, o grupo contribuiu para a adoção de regras de imigração que estão entre as mais rígidas da Europa. A renúncia anunciada nesta quinta-feira inicia a etapa de negociação para a composição do próximo governo sueco.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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