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Putin rejeita trégua prolongada após reunião com enviados de Trump

Encontro em Moscou durou mais de três horas, foi considerado útil pelo Kremlin, mas não produziu avanço nas negociações sobre a Ucrânia.

Putin rejeita trégua prolongada após reunião com enviados de Trump

O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou neste sábado, 5, que Donald Trump não abandona as tentativas de encontrar uma solução para a guerra na Ucrânia. A declaração ocorreu antes de uma reunião com Steve Witkoff, enviado especial dos Estados Unidos, e Jared Kushner, genro do presidente americano.

O encontro em Moscou durou mais de três horas. O Kremlin classificou a conversa como útil, mas informou que não houve avanço nas negociações. Putin também disse existir um “alto nível de confiança” nos contatos com os representantes de Trump.

A reunião ocorreu durante uma pausa temporária nos ataques aéreos contra Moscou e Kiev. Rússia e Ucrânia concordaram em suspender as ofensivas por 72 horas para facilitar o deslocamento dos mediadores americanos. Putin, no entanto, negou que essa interrupção represente um acordo mais amplo de cessar-fogo.

O presidente russo afirmou que Moscou parou os ataques contra Kiev depois de receber um pedido oficial do governo ucraniano. Ao mesmo tempo, manteve a rejeição a uma trégua prolongada antes que seja possível alcançar um acordo de paz.

Impasse territorial

Witkoff e Kushner levaram a Moscou uma proposta de Trump para tentar destravar as tratativas. Depois da conversa com Putin, a previsão era que os dois viajassem a Kiev para se reunir com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.

A principal divergência continua relacionada ao território. A Rússia mantém exigências sobre áreas ocupadas e outras condições para encerrar a guerra, enquanto a Ucrânia rejeita fazer concessões territoriais. Com isso, não há indicação de que um acordo esteja próximo.

O encontro retomou as conversas diretas entre Putin e representantes do governo Trump depois de meses de impasse. Washington espera que a nova rodada de contatos ajude a aproximar as posições de Moscou e Kiev.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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