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Trump autoriza execução por fuzilamento de ex-major condenado nos EUA

Nidal Hasan recebeu pena de morte em 2013 por matar 13 pessoas e ferir outras 30 em Fort Hood, no Texas.

Trump autoriza execução por fuzilamento de ex-major condenado nos EUA
Foto: Reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, autorizou na segunda-feira (5) a execução por fuzilamento do ex-major do Exército Nidal Hasan. Ele foi condenado à morte em 2013 pelo assassinato de 13 pessoas na base militar de Fort Hood, no Texas, em 2009. A recomendação partiu do secretário de Defesa, Pete Hegseth.

O secretário do Exército deverá definir o horário e o local da execução. A informação foi divulgada pelo porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, que afirmou: “O dia do julgamento para Hasan finalmente chegou”.

O ataque em Fort Hood

Hasan era psiquiatra do Exército quando entrou em um prédio médico onde soldados realizavam exames. Ele gritou “Allahu akbar”, expressão em árabe que significa “Deus é grande”, e abriu fogo. Além das 13 mortes, o ataque deixou outras 30 pessoas feridas. Hasan só parou depois de ser atingido por outro militar, ficando parcialmente paralisado.

Preso e levado a julgamento, o ex-major decidiu fazer a própria defesa e declarou-se culpado pelo tiroteio. Ele disse ter cometido o crime em retaliação aos ataques dos Estados Unidos contra países muçulmanos, como o Afeganistão. A condenação foi proferida em 2013.

O Exército dos Estados Unidos não executa uma pena de morte desde 1961. Naquele ano, um militar foi enforcado pela condenação por estupro de uma menina de 11 anos. Hasan está no corredor da morte em Fort Leavenworth, no Kansas, junto de outros cinco militares.

Fuzilamento como método de execução

O fuzilamento passou a integrar as alternativas autorizadas pelo governo dos Estados Unidos para condenados à morte por tribunais federais. A ampliação dos métodos ocorreu em meio às dificuldades para obter os medicamentos usados em injeções letais, que também enfrentam problemas.

Na última semana, Christa Pike sobreviveu a duas doses da injeção letal. Ela seria a primeira mulher executada no Tennessee em 200 anos e foi levada a um hospital, onde permanece em ventilação mecânica.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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