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Política

Garotinho apresenta plano de ocupação permanente de comunidades no Rio

Candidato também propõe convocar aprovados em concursos, encerrar OSs na saúde e transformar escolas estaduais com foco tecnológico.

Garotinho apresenta plano de ocupação permanente de comunidades no Rio
Foto: Divulgação/Tânia Rêgo/Agência Brasil

Anthony Garotinho (Republicanos), candidato ao governo do Rio de Janeiro, propôs a criação de um batalhão especializado na ocupação permanente de comunidades dominadas pelo crime. Batizada por ele de “Bope 2.0”, a estrutura teria apoio da Polícia Civil, de programas sociais e de forças federais no entorno dos territórios.

A Polícia Civil ficaria responsável pelas investigações, enquanto uma chamada “Tropa Social” desenvolveria 20 programas nas áreas de saúde e educação, voltados principalmente para jovens e pessoas em situação de vulnerabilidade. A proposta também prevê a permanência das forças de segurança nas comunidades. “Ao invés de entrar e sair, entra e fica”, afirmou Garotinho.

O candidato disse que pretende convocar aprovados em concursos da Polícia Militar, da Polícia Civil, do Degase (Departamento Geral de Ações Socioeducativas) e da Polícia Penal. A fonte de recursos indicada por ele seriam valores atualmente destinados a empresas por meio de incentivos fiscais.

Corrupção e serviços públicos

Garotinho afirmou que o combate à corrupção seria uma prioridade e disse ter provas contra autoridades do Rio de Janeiro. Segundo ele, a primeira medida de um eventual governo seria nomear o procurador-geral do Estado e encaminhar informações ao Ministério Público Federal, à Polícia Federal, ao Supremo Tribunal Federal e a outros órgãos para pedir a prisão de 32 pessoas, entre juízes, promotores e deputados.

Na área econômica e de infraestrutura, o candidato declarou que pretende anular a venda da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae). Para o transporte, defendeu que a expansão do metrô considere as características de cada região e citou o metrô de superfície, usado em Sydney, na Austrália, como alternativa.

Na saúde, Garotinho propôs elevar os valores pagos por procedimentos realizados para o Sistema Único de Saúde (SUS) e encerrar o modelo de gestão por Organizações Sociais (OSs). Ele afirmou que funcionários dessas entidades poderiam ser aproveitados na Fundação Saúde.

Na educação, a proposta é mudar o modelo das escolas estaduais, com mais tecnologia e preparação para o mercado de trabalho. O candidato também defendeu a capacitação dos professores e disse que a Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) poderia financiar essa formação.

Garotinho participou da segunda entrevista da série de sabatinas do SBT Rio com candidatos ao governo estadual. As entrevistas são conduzidas por Isabele Benito e Sidney Rezende, das 12h30 às 12h50. André Marinho (Novo) participou da primeira; Eduardo Paes (PSD), Douglas Ruas (PL) e William Siri (PSOL) estavam programados para as entrevistas seguintes, de quarta-feira (9) a sexta-feira (11).

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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