A notícia e o que está por trás
Política

Lula promete restringir bets e ampliar atendimento a viciados em apostas

Em propaganda eleitoral, presidente associou o avanço das apostas online a governos anteriores e defendeu medidas contra o endividamento.

Lula promete restringir bets e ampliar atendimento a viciados em apostas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva elevou as críticas às bets em propaganda eleitoral veiculada nesta segunda-feira, 21. A inserção apresentou uma reunião com pessoas afetadas pelo vício em apostas e indicou duas medidas para enfrentar o problema: ajudar famílias endividadas e restringir o funcionamento dos jogos online.

Lula afirmou que o Sistema Único de Saúde (SUS) poderá oferecer atendimento a pessoas com ludopatia, nome dado ao vício em apostas, caso seja eleito. Na propaganda, ele também mencionou pessoas que enfrentam dívidas, mas têm vergonha de admitir a situação.

“Tem gente gastando que não pode gastar. Ninguém pode gastar o leite da família jogando”, disse o presidente. A fala defendeu uma atuação mais rigorosa para reduzir o dinheiro destinado às apostas e preservar os recursos das famílias.

Responsabilidade atribuída a governos anteriores

A propaganda do PT atribuiu a Michel Temer e Jair Bolsonaro a expansão das bets no país. A narradora afirmou que Temer liberou as apostas e que, durante o governo Bolsonaro, o setor cresceu sem taxação, regulamentação ou fiscalização. A inserção também relacionou esse período ao aumento do endividamento das famílias brasileiras.

Ao mesmo tempo, o programa apresentou como ações de Lula iniciativas para conter os jogos online. O governo prepara uma medida provisória para restringir as apostas pela internet antes do primeiro turno da eleição.

A proposta em avaliação prevê a proibição de cassinos virtuais, enquanto as bets esportivas e os patrocínios a clubes e campeonatos esportivos ficariam fora da restrição. A medida ainda seria publicada pelo governo.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.