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Política

Manifesto defende mandato no STF e revisão de decisões monocráticas

Documento assinado por 25 entidades também pede que suspeitas sobre episódios recentes no Supremo sejam examinadas em sessão pública.

Manifesto defende mandato no STF e revisão de decisões monocráticas

Uma proposta de reforma do Judiciário abriu o manifesto divulgado pela Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo (OAB-SP) e assinado por outras 25 entidades. O documento defende a criação de um Código de Conduta, a ampliação das hipóteses de impedimento e suspeição e a adoção de mandato para ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

As entidades também propõem reduzir a competência criminal dos tribunais superiores e limitar julgamentos virtuais e decisões monocráticas. Para os signatários, essas medidas devem fazer parte de uma resposta mais ampla às crises envolvendo a Justiça e não ficar restritas aos episódios atualmente em discussão.

Exame público das suspeitas

O manifesto pede que o plenário do STF avalie, em discussão livre, pública e presencial, as suspeitas e acusações existentes. O texto sustenta que autoridades suspeitas, acusadas ou diretamente interessadas sejam afastadas do processo decisório, com possibilidade de esclarecimento dos fatos conforme o devido processo legal.

“Os episódios recentes podem lançar o Brasil num momento de especial gravidade”, afirma o documento. As entidades dizem que revelações e disputas na Suprema Corte causam preocupação e associam a confiança da população na Justiça à preservação da democracia.

O texto também afirma que a convivência pacífica depende da percepção de que as instituições judiciais atuam de maneira imparcial, ética e equilibrada. Por isso, rejeita soluções obscuras, casuísticas ou revanchistas e defende procedimentos públicos sem parcialidade ou favorecimento.

Entidades signatárias

Além da OAB-SP, assinam o manifesto as seções da OAB no Rio de Janeiro e no Paraná, a União Nacional dos Estudantes (UNE), o Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD), a Comissão Arns, a Transparência Brasil, a Educafro e organizações de advogados, acadêmicos, empresários, comerciantes e estudantes.

Também aparecem entre os signatários a Associação dos Advogados de São Paulo (AASP), o Instituto dos Advogados de São Paulo (IASP), a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a Confederação Nacional de Serviços (CNS) e a Confederação das Associações Comerciais do Brasil (CACB).

Ao final, o documento afirma que preservar a autoridade do Supremo depende de transparência e confiança pública. A OAB-SP divulgou o manifesto nesta terça-feira, 8, com a participação das demais entidades.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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