A avaliação da economia aparece como um dos principais dados do levantamento da Quaest: 49% dos entrevistados disseram que a situação piorou nos últimos 12 meses. Para 29%, ela permaneceu igual, enquanto 19% perceberam melhora.
Na simulação de primeiro turno para a Presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva registra 36% das intenções de voto. O senador Flávio Bolsonaro aparece com 29%, e o escritor Augusto Cury, com 8%. A distância entre Lula e Flávio Bolsonaro é de sete pontos porcentuais e permanece nesse patamar em relação à semana anterior.
Cenários e demais candidatos
A inclusão do empresário Pablo Marçal, atualmente inelegível, não altera os percentuais dos principais nomes: Lula continua com 36%, Flávio Bolsonaro com 29% e Augusto Cury com 8%.
Renan Santos, do Missão, e Ronaldo Caiado, ex-governador de Goiás, aparecem empatados numericamente na quarta posição, com 3% cada. Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais, marca 2%, e Samara Martins, da UP, tem 1%.
Rui Costa Pimenta, do PCO, Wilson Grassi, do Democrata, Clariana Barão, do DC, e Hertz Dias, do PSTU, não pontuaram. Os indecisos correspondem a 10% da amostra. Brancos, nulos ou eleitores que não escolheriam nenhum nome somam 8%.
Metodologia
A pesquisa foi realizada entre 3 e 6 de setembro, com 2.004 pessoas. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O registro no Tribunal Superior Eleitoral é BR-01720/2026.
O estudo anterior da Quaest foi divulgado no dia 2, após entrevistas feitas entre 30 de agosto e 1.º de setembro. O levantamento anterior captou parcialmente os efeitos das revelações envolvendo trocas de mensagens entre Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal, e Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master. Depois, André Mendonça retirou o sigilo do caso.


