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Política

Saída de Arruda do pleito provoca disputa por apoio no Distrito Federal

Grass, Paula Belmonte e Ricardo Cappelli reagiram à decisão do TSE e apresentaram estratégias diferentes para a eleição no DF.

Saída de Arruda do pleito provoca disputa por apoio no Distrito Federal

A decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que retirou José Roberto Arruda (PSD) da disputa pelo Governo do Distrito Federal provocou manifestações de Leandro Grass (PT), Paula Belmonte (PSDB) e Ricardo Cappelli (PSB). O registro do ex-governador foi rejeitado por 5 votos a 2, em julgamento realizado nesta quinta-feira (24).

O resultado confirmou a decisão anterior do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF) e deixou Arruda fora da eleição para o Palácio do Buriti. Com a mudança no cenário, os candidatos que permanecem na corrida passaram a disputar também o apoio do grupo político e dos eleitores ligados ao ex-governador.

Grass disse respeitar a decisão da Justiça Eleitoral e evitou avaliar o conteúdo do julgamento. Em nota, ressaltou que manteve uma relação respeitosa com Arruda durante a campanha, apesar das divergências nos debates. Para o candidato do PT, a presença do ex-governador contribuiu para a discussão dos principais temas de Brasília.

Na mesma manifestação, Grass tentou se apresentar como opção para os eleitores que defendem a mudança no comando do Distrito Federal. Ele criticou a continuidade do grupo associado a Ibaneis Rocha, Celina Leão e Gustavo Rocha e citou o caso Banco Master. Também afirmou que as relações desse grupo com o empresário Daniel Vorcaro e com o deputado federal Flávio Bolsonaro (PL) devem ser esclarecidas.

O candidato vinculou sua proposta à transparência, à justiça social, ao combate à pobreza e à desigualdade e ao enfrentamento da crise de saúde pública no Distrito Federal. Ao final, convocou os eleitores favoráveis à mudança a se aproximarem de sua candidatura.

Disputa pelo apoio de Arruda

Paula Belmonte adotou uma estratégia explícita de aproximação. A candidata afirmou reconhecer o impacto da decisão para Arruda e seus apoiadores e declarou que pretende procurá-lo para apresentar seu projeto e buscar apoio.

Ela também se colocou como alternativa aos governos de Ibaneis Rocha e Celina Leão. Ao defender a união de lideranças e apoiadores do ex-governador, Paula destacou sua experiência e independência política e disse que a discussão deveria se concentrar no futuro do Distrito Federal, não apenas em candidaturas individuais.

Cappelli, por sua vez, interpretou a decisão como uma alteração decisiva na campanha. Em uma publicação nas redes sociais, afirmou que sua candidatura e a de Arruda haviam sido tratadas como indesejadas desde o início e declarou: “Começa hoje uma nova eleição”.

A fala expressa uma leitura diferente da feita por Grass e Paula. Enquanto os dois buscaram dialogar com o eleitorado associado a Arruda, Cappelli concentrou sua reação na crítica ao processo eleitoral e às tentativas, segundo ele, de retirar sua candidatura da disputa.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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