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Política

TSE descarta interferência estrangeira nas eleições, afirma Nunes Marques

Presidente do tribunal atribuiu a avaliação ao trabalho de órgãos de segurança e à cooperação com plataformas digitais.

TSE descarta interferência estrangeira nas eleições, afirma Nunes Marques
Foto: Antonio Augusto/TSE

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou neste domingo (4) que os órgãos de segurança não encontraram sinais de interferência estrangeira nas eleições. A avaliação foi apresentada durante um pronunciamento a jornalistas.

Nunes Marques relacionou parte desse resultado à atuação conjunta da Justiça Eleitoral com as plataformas de redes sociais. Segundo o ministro, havia preocupação de que serviços digitais pudessem ser usados para interferir no processo, mas a cooperação entre o tribunal e as empresas teria reduzido os problemas previstos.

“Até o momento não temos nenhum indicativo concreto de interferência internacional”, declarou o presidente do TSE. Ele disse que, até agora, não foram identificados riscos internacionais ligados à votação.

Serviços consulares

O ministro também foi questionado sobre a suspensão de serviços consulares pelas embaixadas dos Estados Unidos e da Austrália. O caso ocorreu depois que as delegações do Reino Unido e do Canadá emitiram alertas semelhantes na sexta-feira (2).

Nunes Marques afirmou que essas medidas não indicam ameaça externa às eleições. Para ele, a decisão dos governos está relacionada ao acirramento político registrado antes da votação. O presidente do TSE acrescentou que interrupções desse tipo podem ocorrer em períodos de maior tensão política e citou a Colômbia como exemplo.

A declaração foi dada durante a visita do presidente do tribunal ao centro de comando e controle nacional. A avaliação apresentada por Nunes Marques é de que os órgãos de segurança afastaram, até aquele momento, riscos internacionais ao processo eleitoral.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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