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Frevo ocupa museu e ruas do Recife em agenda até 14 de setembro

Programação reúne cortejos, oficinas, dança e música entre esta sexta-feira (11) e a segunda-feira (14), com atividades gratuitas em sua maior parte.

Frevo ocupa museu e ruas do Recife em agenda até 14 de setembro

O frevo terá quatro dias de atividades no Bairro do Recife para marcar o Dia Nacional do Frevo, celebrado em 14 de setembro. Entre esta sexta-feira (11) e a segunda-feira (14), o Paço do Frevo promove ações no museu e nas ruas do entorno, com programação concentrada entre as 10 horas e as 19 horas. A maior parte dos eventos tem acesso gratuito.

A agenda combina formação, apresentações e manifestações de rua. Estão previstas uma feira voltada ao empreendedorismo feminino, oficina para instrumentistas e coristas, espetáculo de dança, aulas abertas e um cortejo com agremiações de Olinda.

Oficinas, feira e espetáculo

Na sexta-feira (11), das 14 horas às 19 horas, a Feira No Corre do Frevo chega à quinta edição em frente ao museu. Participam 16 marcas ligadas ao empreendedorismo feminino e à produção carnavalesca. No mesmo dia, as Vivências em Dança oferecem aulas de frevo ao ar livre, conduzidas pela passista Patrícia Fernandes. A programação também terá o set da DJ Boneka, pesquisadora de música preta e produtora cultural.

No sábado (12), às 10 horas, o projeto Passo a Paço recebe o maestro Rafael Marques, fundador da Orquestra Malassombro. Ele conduzirá a oficina “Prática de Frevo de Bloco: Tradicionalismo”, destinada a instrumentistas e coristas com 16 anos ou mais. O curso será realizado em dois encontros; a segunda etapa está marcada para 19 de setembro.

A participação exige instrumento próprio, conhecimento básico de execução e capacidade de ler partitura ou cifra. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por formulário online.

Às 16h, o terceiro andar do museu recebe “Referenciais do Fuzuê: Mestras, Mestres e Terreiros”, do Grupo Fuzuê de Dança. O espetáculo reúne referências da cultura popular afrodescendente de Pernambuco e elementos de Maracatu, Coco, Afoxé, Ciranda, Maculelê e Frevo. Nesse caso, o acesso depende do ingresso do museu, vendido por R$ 10 e R$ 5 a meia-entrada.

Cortejo e encerramento

O domingo (13) terá uma edição especial do Arrastão do Frevo. A partir das 17h, a Orquestra Malassombro tocará em um palco diante do Paço do Frevo. Na Avenida Rio Branco, as agremiações Eu Acho É Pouco e Minhocão de Olinda se reúnem para o início do cortejo.

Às 17h30, os grupos seguem por trajetos distintos até o museu. O Eu Acho É Pouco passa pela Rua do Bom Jesus com a Orquestra Henrique Dias. O Minhocão de Olinda percorre a Rua do Apolo acompanhado pela orquestra do maestro Risonaldo Verçosa e pela Orquestra Vermelha e Amarela. Os cortejos se encontram diante do Paço, onde ocorre a celebração. As atividades do Arrastão são gratuitas, e o museu encerra o funcionamento às 16h neste domingo.

Na segunda-feira (14), o museu funciona das 10h às 18h, com entrada gratuita. O público poderá participar de vivências de dança e música e visitar, com acompanhamento de guias, a exposição “Frevo Vivo”. Às 16h, a Orquestra Paranampuká e a Cia. Abre-Alas apresentam uma combinação de música e dança.

Reconhecido pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade e pelo Iphan como patrimônio cultural brasileiro, o frevo orienta as ações do Paço do Frevo em pesquisa, formação, transmissão, valorização e salvaguarda de suas linguagens, memórias e territórios. O equipamento é da Prefeitura do Recife, tem iniciativa da Fundação Roberto Marinho e é gerido pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG).

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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