A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) definiu que a bandeira tarifária será verde em outubro. Com a mudança, os consumidores deixam de pagar o adicional aplicado durante a bandeira amarela, de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.
A bandeira verde indica condições favoráveis de geração de energia e não acrescenta valor à tarifa. De janeiro a abril deste ano, esse foi o sinal adotado. Em maio, a Aneel acionou a bandeira amarela, que permaneceu em vigor nos meses seguintes.
Como funciona o sistema
Adotado pela Aneel em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias informa mensalmente as condições de geração de energia no país e os custos adicionais que podem ser cobrados dos consumidores.
Na bandeira amarela, as condições de geração são menos favoráveis, com acréscimo de R$ 1,885 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos. A bandeira vermelha no Patamar 1 corresponde a condições mais custosas e adiciona R$ 4,463 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido.
Já a bandeira vermelha no Patamar 2 é aplicada quando as condições são ainda mais custosas. Nesse caso, o acréscimo é de R$ 7,877 para cada 100 quilowatt-hora kWh consumido.
O sistema vale para todos os consumidores cativos das distribuidoras. A exceção são os consumidores localizados em sistemas isolados.


