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Economia

Bolsa Família terá benefício mínimo de R$ 691 a partir de outubro

Reajuste de 15,04% foi oficializado por Luiz Inácio Lula da Silva e altera calendário de pagamentos conforme o final do NIS.

Bolsa Família terá benefício mínimo de R$ 691 a partir de outubro
Foto: Divulgação/Governo federal

O Bolsa Família terá reajuste de 15,04% a partir de outubro de 2026. Com a atualização, o benefício mínimo passará de R$ 600 para R$ 691, enquanto o valor médio pago às famílias subirá de R$ 675 para R$ 777. A mudança foi oficializada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta quinta-feira (17).

Os valores corrigidos serão incluídos na folha de outubro. O primeiro pagamento está previsto para 19 de outubro, e a liberação seguirá o último dígito do NIS do responsável familiar. Beneficiários com NIS final 1 receberão em 19 de outubro; os de final 2, em 20 de outubro; final 3, em 21 de outubro; final 4, em 22 de outubro; e final 5, em 23 de outubro.

A segunda parte do calendário começa em 26 de outubro, para quem tem NIS final 6. Os pagamentos ocorrerão em 27 de outubro para final 7, em 28 de outubro para final 8 e em 29 de outubro para final 9. O cronograma termina em 30 de outubro, destinado aos beneficiários com NIS final 0.

Valores dos benefícios

O reajuste também modifica os componentes do programa. O Benefício de Renda de Cidadania passará a pagar R$ 164 por integrante da família. O Benefício Primeira Infância, voltado a crianças de até sete anos incompletos, será de R$ 173 por integrante que atender ao critério. Já o Benefício Variável Familiar subirá para R$ 58.

A correção foi calculada com base na variação acumulada do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) entre março de 2023 e agosto de 2026. O governo informou que esta é a primeira atualização pela inflação desde a retomada do modelo atual do Bolsa Família, em 2023.

Financiamento

O ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que o reajuste será financiado por espaço fiscal e pelo remanejamento de recursos que tiveram sobras. De acordo com o ministro, a redução das projeções de gastos com a Previdência Social abriu espaço para direcionar parte desses valores ao programa.

O impacto estimado é de R$ 5,8 bilhões em 2026 e de aproximadamente R$ 22 bilhões em 2027. Moretti também afirmou que serão feitos ajustes na proposta orçamentária de 2027 para incluir o reajuste.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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