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Economia

Casa Branca divulga produtos que podem ter tarifas reduzidas pela China

Lista prevê possíveis reduções para 77 categorias chinesas e mais de 1.600 americanas, mas nenhum imposto foi alterado até agora.

Casa Branca divulga produtos que podem ter tarifas reduzidas pela China

A Casa Branca divulgou no domingo (27) uma relação de produtos que poderão receber reduções tarifárias em um possível acordo comercial de 30 bilhões de dólares com a China. O documento não informa quais seriam as novas alíquotas nem quando elas começariam a valer.

Nenhuma tarifa foi modificada até o momento. As listas ainda serão examinadas pelos dois governos, com base nos fluxos comerciais de 2024 e na aplicação de cortes recíprocos conforme as leis e os procedimentos internos de cada país.

Os Estados Unidos poderiam reduzir impostos sobre 77 categorias de mercadorias chinesas. Entre os itens estão fogos de artifício, pequenos eletrodomésticos, guirlandas de Natal, cadeirinhas para crianças, brinquedos não conectados e bolas esportivas.

A China, por sua vez, poderia conceder redução para mais de 1.600 categorias de produtos americanos. A relação inclui carnes bovina, suína e de ave, além de frutos do mar, laticínios, trigo, milho, carvão, uísque, cosméticos, madeira e equipamentos médicos.

Negociações entre Washington e Pequim

Os governos estabeleceram em outubro de 2025 uma trégua comercial, depois de uma escalada tarifária iniciada pelo presidente Donald Trump e respondida por Pequim com novas taxas. A suspensão foi prorrogada até 10 de janeiro.

A Casa Branca informou na madrugada de sábado que havia um consenso sobre recomendações para um tratamento alfandegário mais favorável aos produtos considerados não sensíveis. O anúncio ocorreu após a visita do presidente chinês, Xi Jinping, a Washington. No sábado, Pequim confirmou um acerto para redução tarifária recíproca, cuja implementação foi solicitada pelos dois presidentes.

O governo americano também anunciou que a China teria se comprometido a importar pelo menos 10 milhões de toneladas de carvão dos Estados Unidos por ano em 2027 e 2028. Essa informação não consta do comunicado chinês.

As conversas sobre terras raras, tema central da disputa, continuam, segundo a Casa Branca. Na sexta-feira, o representante comercial americano, Jamieson Greer, afirmou: "Queremos dispor de um conjunto de produtos que possamos comercializar com os chineses em condições mais vantajosas".

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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