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Economia

Dólar e juros recuam com petróleo em queda e maior apetite por risco

Mercados refletem a baixa do petróleo pelo terceiro dia, enquanto investidores acompanham inflação, eleições e cenário internacional.

Dólar e juros recuam com petróleo em queda e maior apetite por risco

O dólar ante o real e os juros futuros recuam moderadamente nos primeiros negócios desta terça-feira, 6. O movimento ocorre em um ambiente de maior apetite por risco no exterior, após a alta dos ativos associada às eleições brasileiras na segunda-feira, 5.

A queda do petróleo pelo terceiro dia contribui para o comportamento dos mercados ao reduzir pressões sobre a inflação e os juros. O barril do Brent recuava 2,66%, para US$ 97,62. A baixa também ameniza a cautela relacionada às políticas monetárias e às dívidas globais.

No Brasil, a mediana das projeções para o IPCA de 2026 subiu de 4,99% para 5,01% no Focus do Banco Central. O IPC-S acelerou em cinco das sete capitais pesquisadas no encerramento de setembro. As taxas de juros tinham queda moderada depois do recuo registrado na véspera.

Cenário político e exterior

O presidente do TSE e ministro do STF, Kassio Nunes Marques, avalia pautar após o 2º turno o pedido de revisão criminal apresentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos e 3 meses de prisão pela trama golpista. A Procuradoria-Geral da República se posiciona contra o pedido, enquanto a defesa solicita a anulação da condenação.

No exterior, os Estados Unidos e outros nove países das Américas condenaram, em comunicado conjunto divulgado pelo Departamento de Estado americano, supostas ações terroristas e operações de influência atribuídas ao Irã e a grupos aliados no Hemisfério Ocidental. O Brasil não assinou a declaração.

A inflação da OCDE passou de 4,1% para 4,3% em agosto, pressionada pela energia, enquanto o núcleo permaneceu em 3,6%. No G20, a inflação subiu para 4,1%, mas recuou no Brasil e na Argentina.

Na França, protestos reuniram dezenas de milhares de pessoas em apoio a estudantes que pedem mais recursos para a educação. Marine Le Pen propõe reduzir o déficit do país para 3,7% do PIB em 2027 e abaixo de 3% até 2032, chegando a 2,2%, com cortes de gastos e redução de despesas com imigração, entre outras medidas.

Na Espanha, o governo aprovou medidas urgentes para enfrentar a crise habitacional após manifestações em Barcelona. No Oriente Médio, os aeroportos sauditas de Najran e Jizan foram atacados, deixando três feridos leves. Os Houthis reivindicaram o lançamento de mísseis e drones e disseram ter mirado um terceiro aeroporto, possivelmente Abha, sem confirmação.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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