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Economia

Empresários defendem Trabuco na Fazenda em eventual novo governo Lula

Executivo do Bradesco é visto como possível ponte entre o presidente e o mercado financeiro caso Lula seja reeleito.

Empresários defendem Trabuco na Fazenda em eventual novo governo Lula
Foto: Reprodução/YouTube

Empresários e representantes do mercado financeiro pretendem pedir ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que indique Luiz Carlos Trabuco para o Ministério da Fazenda caso ele seja reeleito. Trabuco é presidente do Conselho de Administração e ex-CEO do Bradesco.

A avaliação de interlocutores do setor é que a escolha poderia reduzir a tensão no mercado e aproximar Lula da Faria Lima em um eventual novo mandato. O presidente, porém, não costuma antecipar decisões sobre sua equipe, e não há expectativa de anúncio ou sinal público antes da divulgação do resultado final das eleições.

Relação anterior com o governo

Trabuco já havia sido sondado pelo Palácio do Planalto para assumir a Fazenda em 2014, durante o governo de Dilma Rousseff. Ele recusou o convite, e Joaquim Levy, então seu colega no Bradesco, acabou ocupando o cargo.

Mesmo depois da recusa, Trabuco continuou mantendo diálogo com o PT. No mês passado, participou de um jantar com Lula no Palácio da Alvorada, ao lado de outros banqueiros e empresários.

Nesta sexta-feira (25), os dois poderiam voltar a se encontrar em um jantar promovido pela Esfera Brasil com o grupo Prerrogativas. Trabuco, no entanto, não participará porque está de férias com a família no exterior. A previsão era que ele ocupasse um lugar de destaque, próximo ao presidente.

A organização do encontro começou com advogados ligados a Lula, que procuraram a Esfera Brasil para aproximar o candidato do mercado financeiro e do setor produtivo na reta final da campanha. Mais de 300 empresários e representantes de instituições financeiras são esperados.

A pauta deve incluir temas econômicos e responsabilidade fiscal, além de medidas para enfrentar o endividamento das famílias, como a proibição das bets. Representantes do setor produtivo também pretendem defender que a revisão da política de juros conte com a participação das empresas, e não apenas do mercado financeiro.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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