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Irã diz ter atacado dez embarcações após ofensiva dos EUA no Golfo

Guarda Revolucionária afirmou que dois navios americanos e oito petroleiros foram atingidos no Estreito de Ormuz.

Irã diz ter atacado dez embarcações após ofensiva dos EUA no Golfo
Foto: Reprodução/Reuters

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou que lançou ataques contra 10 embarcações no Golfo Pérsico nesta quarta-feira (9). Entre os alvos, estariam dois navios dos Estados Unidos e oito petroleiros. Os militares iranianos disseram que as embarcações tentavam passar por uma “área proibida e insegura” do Estreito de Ormuz.

A ofensiva ocorreu depois de forças americanas destruírem cinco petroleiros iranianos no Golfo de Omã. O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) afirmou que a ação foi uma resposta a duas tentativas iranianas de atingir um navio de guerra americano.

Em comunicado, os Estados Unidos disseram que o navio conseguiu evitar os ataques e continuou patrulhando as águas regionais. Antes de destruir os petroleiros M/T Kaviz, M/T Charminar, M/T Horizon 1, M/T Riesco e M/T Derya, as forças americanas teriam ordenado que as tripulações deixassem as embarcações.

Ataques contra bases americanas

Em retaliação, o Irã declarou ter disparado mísseis balísticos contra embarcações no Golfo e bases militares dos Estados Unidos na Jordânia. Teerã afirmou que os ataques provocaram danos significativos.

A Jordânia, porém, informou que suas defesas aéreas interceptaram 18 dos 20 mísseis iranianos. Os outros dois atingiram áreas desabitadas, sem causar vítimas.

Disputa pelo Estreito de Ormuz

Estados Unidos e Irã retomaram a troca de hostilidades em julho, em meio à disputa pelo controle do Estreito de Ormuz. A passagem marítima fica entre o Irã e a Península Arábica e responde por cerca de 20% do petróleo mundial.

A escalada aumentou após o fim do memorando de entendimento assinado em junho. O acordo previa um período de cessar-fogo para que os países negociassem uma solução nuclear definitiva para encerrar a guerra. O prazo terminou em agosto sem um acordo.

A tensão na região também afeta os preços internacionais do petróleo, eleva os custos do transporte marítimo e pressiona a economia global.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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