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TikTok pagará até US$ 300 milhões em acordo com Alabama

Acordo prevê limites de uso, controles parentais e verificação de idade para adolescentes na plataforma.

TikTok pagará até US$ 300 milhões em acordo com Alabama
Foto: REUTERS/Dado Ruvic

O TikTok e a ByteDance fecharam um acordo com o estado do Alabama, nos Estados Unidos, para encerrar um processo que acusava a plataforma de estimular o uso compulsivo e de enganar consumidores sobre a segurança de jovens usuários.

O estado receberá inicialmente US$ 100 milhões, em um pagamento previsto para ocorrer em até 45 dias. O montante poderá alcançar US$ 300 milhões caso determinadas condições sejam cumpridas. O acordo foi anunciado na sexta-feira (25), poucos dias antes do julgamento marcado para segunda-feira (28), em Montgomery.

De acordo com o gabinete do procurador-geral do Alabama, Steve Marshall, este é o primeiro acordo desse tipo firmado pelo TikTok com um estado americano. O entendimento resolve as reivindicações apresentadas pelo Alabama, mas não inclui admissão de responsabilidade por parte do TikTok ou da ByteDance.

Medidas para adolescentes

O acordo estabelece um limite diário de duas horas para adolescentes. Os pais poderão reduzir esse período. A plataforma também terá de interromper o uso depois de 15 minutos contínuos e criar novas pausas aos 60 e 90 minutos.

Entre as obrigações estão o reforço da verificação de idade, a oferta de controles parentais mais acessíveis e a adoção, como padrão, de um feed não personalizado para adolescentes.

Também foram previstas restrições de acesso durante a madrugada, limitações para mensagens e notificações em determinados horários, regras mais rígidas de moderação e barreiras para dificultar que adultos encontrem contas de adolescentes. O uso de filtros cosméticos por usuários adolescentes será proibido.

Acusações do estado

Aberto em 2025, o processo afirmava que o fluxo contínuo de vídeos e o algoritmo da plataforma incentivavam o uso excessivo e poderiam expor jovens a conteúdos nocivos, incluindo materiais relacionados à violência e à automutilação. O Alabama também acusava a empresa de divulgar informações enganosas sobre a segurança da rede para adolescentes.

O acordo vale para o processo apresentado pelo Alabama e não encerra, por si só, ações semelhantes movidas por outros estados norte-americanos.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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