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Política

André Marinho propõe intercâmbio de segurança com agências dos Estados Unidos

Candidato ao governo do Rio afirma que pretende ampliar a cooperação em inteligência e tecnologia caso seja eleito.

André Marinho propõe intercâmbio de segurança com agências dos Estados Unidos

André Marinho (Novo), candidato ao governo do Rio de Janeiro, propôs uma cooperação entre as forças de segurança fluminenses e agências dos Estados Unidos para combater facções criminosas. A ideia, apresentada durante uma sabatina, envolve intercâmbio de inteligência e tecnologia com órgãos como FBI e CIA, caso ele seja eleito.

Marinho afirmou que as organizações criminosas avançaram em estrutura, tecnologia e capacidade operacional, enquanto as forças de segurança do estado não acompanharam esse movimento. Como exemplo, mencionou uma visita a Rio das Pedras, na zona oeste da capital, área historicamente associada à atuação de milícias.

“A gente tá na idade da pedra em termos de tecnologia, de equipamento e inteligência operacional”, disse o candidato.

Cooperação internacional

A proposta prevê a participação de agências americanas sem transferência do comando das operações. Marinho citou DEA, ATF, Homeland Security, FBI e CIA como possíveis parceiras em um compartilhamento direto com as polícias Civil e Militar do Rio de Janeiro.

Segundo o candidato, o intercâmbio seria uma forma de reduzir a diferença entre a capacidade das organizações criminosas e a estrutura disponível às forças estaduais. Ele também afirmou que, em um eventual governo, pretende que os criminosos voltem a temer a ação policial e que os cidadãos possam recuperar a tranquilidade.

Apoio eleitoral

Questionado sobre sua relação com a família Bolsonaro e sobre independência política, Marinho declarou voto em Romeu Zema, governador de Minas Gerais e pré-candidato do Novo à Presidência da República.

Ao mesmo tempo, afirmou receber apoio de eleitores que pretendem votar em Flávio Bolsonaro para presidente e nele para o governo fluminense. Marinho associou essa combinação à possibilidade de uma atuação conjunta contra o que chamou de domínio da violência armada e atribuiu ao PT e à esquerda a criação da chamada lei do fuzil.

O único governo do estado do Rio de Janeiro comandado por uma integrante do PT foi o de Benedita da Silva. Ela assumiu o Palácio Guanabara em abril de 2002, depois da renúncia de Anthony Garotinho, e permaneceu no cargo até janeiro de 2003, concluindo o mandato.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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