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Política

Celina Leão defende investigação sem distinção de cargo ou partido

Candidata ao governo do Distrito Federal também apoiou anistia a condenados pelo 8 de janeiro e revisão da condenação de Jair Bolsonaro.

Celina Leão defende investigação sem distinção de cargo ou partido
Foto: Reprodução/SBT News

A candidata à reeleição ao governo do Distrito Federal, Celina Leão (PP), defendeu que qualquer pessoa com fatos a esclarecer seja investigada, independentemente de posição política, jurídica ou hierárquica. A declaração ocorreu durante uma sabatina, em resposta a uma pergunta sobre a possibilidade de investigação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Celina não mencionou nominalmente Moraes. Em sua resposta, afirmou que as instituições devem ser preservadas, mas que eventuais apurações precisam alcançar pessoas de diferentes partidos e posições. “Ninguém está acima do bem e do mal”, declarou.

A candidata também associou o caso Master à necessidade de examinar as operações financeiras envolvendo o banco. Para ela, as investigações devem acompanhar o caminho do dinheiro e identificar os beneficiários das transações. Celina afirmou que o caso alcança diferentes siglas, incluindo o PT, e vários estados.

Ela disse esperar que, depois das eleições, as tensões entre os Poderes diminuam e que haja retomada da normalidade institucional.

Anistia e condenações relacionadas ao 8 de janeiro

Celina também defendeu uma eventual anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, que atingiram as sedes dos Três Poderes. A candidata afirmou acreditar que o tema deve ser revisto caso Flávio Bolsonaro (PL) seja eleito presidente.

Segundo Celina, a medida seria necessária para fazer justiça a milhares de famílias. Ela disse ter acompanhado de perto a situação dos presos e afirmou que algumas pessoas condenadas não teriam participado diretamente dos atos. Advogada, também declarou identificar possíveis nulidades nos processos.

Ao mesmo tempo, classificou como inadmissível o vandalismo ocorrido naquele dia. Celina contestou, porém, a caracterização dos acontecimentos como um ato orquestrado.

A candidata ainda criticou a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na avaliação dela, manter um presidente da República preso sem prova realmente robusta representaria prejuízo institucional e contrariaria o devido processo legal. Celina defendeu uma revisão do caso se Flávio Bolsonaro chegar à Presidência.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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