As eleições de 2026 definirão ocupantes de cargos dos poderes Executivo e Legislativo nos níveis federal e estadual. Na urna, os eleitores escolherão o presidente da República, deputados ou deputadas federais, deputados ou deputadas estaduais e senadores ou senadoras.
A votação envolverá, portanto, representantes responsáveis por elaborar leis, decidir investimentos e participar de debates que afetam a vida pública. Para quem votará pela primeira vez, a presença de diferentes cargos, partidos e propostas pode tornar a escolha mais complexa.
Presidência e cenário eleitoral
As candidaturas à Presidência foram confirmadas durante convenções partidárias realizadas entre julho e agosto, conforme o calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Uma pesquisa Atlas/Bloomberg publicada em 28 de julho indicou o atual presidente Lula na liderança do 1º turno, com 44,9%. Flávio Bolsonaro aparecia em seguida, com 35,8%, enquanto Renan Santos tinha 7,8%; Ronaldo Caiado, 3,1%; Romeu Zema, 2,8%; Samara Martins, 2,1%; e Augusto Cury, 1,6%. Os demais candidatos registravam menos de 1%.
Na simulação de segundo turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, o levantamento apontou 47,4% para Lula e 37% para Flávio. A pesquisa não registrou nível semelhante de proximidade entre os demais cenários avaliados.
Temas e escolha dos eleitores
A definição do voto não depende apenas de conhecer os nomes que estarão na disputa. Entre os assuntos previstos para aparecer nas campanhas estão mudanças climáticas, educação, saúde mental, inteligência artificial, segurança nas redes, direitos das mulheres, economia e acesso à universidade.
Em meio à circulação de desinformação, vídeos manipulados e conteúdos produzidos com inteligência artificial, verificar as fontes também fará parte da preparação para a eleição. A orientação é avaliar as propostas e a atuação dos candidatos, em vez de compartilhar cortes sem contexto ou tratar a disputa como uma torcida.
O primeiro turno das eleições acontecerá em 4 de outubro.


