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Política

Lula acusa opositores de negligenciar educação e cultura em discurso em São Carlos

Presidente afirmou que adversários tratam a população como rebanho e associou governos anteriores ao desmonte de ministérios.

Lula acusa opositores de negligenciar educação e cultura em discurso em São Carlos

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (5) que seus adversários não investem em educação e cultura porque tratam a população como um rebanho. A declaração foi feita durante uma visita à Universidade Federal de São Carlos, no interior de São Paulo, em uma agenda de campanha no estado.

Lula disse que políticos aproveitam o período eleitoral para falar sobre o futuro, mas criticou o que chamou de cinismo nesse discurso. Para sustentar a avaliação, mencionou a situação da merenda escolar, que, segundo ele, ficou sete anos sem reajuste antes do início de seu terceiro mandato.

O presidente também criticou os governos de Jair Bolsonaro e Michel Temer. Ele afirmou que, nos sete anos anteriores ao seu terceiro mandato, houve pouca atuação em educação e cultura. Lula declarou ainda que o país foi recebido sem os ministérios da Cultura, do Trabalho, da Igualdade Racial, da Mulher e dos Direitos Humanos.

Ao falar sobre as consequências desse cenário, o presidente disse que o futuro projetado para o país era o “obscurantismo” e o retorno às “trevas do conhecimento”. Em outro momento do discurso, afirmou que a falta de investimento nesses setores permite que a população seja conduzida conforme os interesses de seus adversários.

A passagem por São Carlos encerrou a agenda de Lula em São Paulo naquele sábado. Antes, o presidente visitou oficialmente o Diretório de Reabilitação Moderna do Hospital de Amor de Barretos e participou de um evento de campanha em São José do Rio Preto ao lado de Fernando Haddad, candidato do PT ao governo paulista.

Nesse evento, Lula criticou o governador Tarcísio de Freitas, do Republicanos, a quem associou à família Bolsonaro. O presidente também afirmou que, caso seja reeleito, fará uma “revolução” nos próximos quatro anos.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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