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Política

Lula condena ação de Trump no Irã e anuncia cobrança na ONU

Presidente disse que levará críticas aos membros permanentes do Conselho de Segurança em discurso previsto para 23 de setembro.

Lula condena ação de Trump no Irã e anuncia cobrança na ONU

O presidente Lula criticou a atuação de Donald Trump na guerra contra o Irã e afirmou que cobrará dos cinco membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas medidas para conter conflitos em andamento. A declaração foi feita nesta quarta-feira (16), durante encontro com pastores evangélicos no Palácio do Planalto.

Lula classificou como sem explicação a invasão dos Estados Unidos ao Irã e questionou a avaliação de Trump de que a morte de Khamenei teria representado uma vitória. Para o presidente, naquele momento, a guerra estava apenas começando.

O presidente também afirmou que os efeitos dos conflitos ultrapassam os países diretamente envolvidos e recaem principalmente sobre a população mais pobre. Ele citou o Estreito de Hormuz e relacionou a guerra ao aumento dos combustíveis, da gasolina, do custo de vida e dos fertilizantes.

Lula voltou a condenar a guerra na Faixa de Gaza e criticou Benjamin Netanyahu pelas mortes de mulheres e crianças. Na avaliação apresentada durante o encontro, esses acontecimentos não podem ser tratados como normais.

Conversas com líderes

Lula disse ter conversado com Trump por uma hora e vinte minutos e afirmou que também manteve conversas de mais de uma hora com Xi Jinping e Vladimir Putin. O objetivo, segundo ele, foi cobrar dos líderes uma atuação diante dos conflitos internacionais.

O presidente lembrou que Estados Unidos, Rússia, China, França e Reino Unido são membros permanentes do Conselho de Segurança e têm poder de veto. Ele relatou ainda ter sugerido, em tom de brincadeira, que Trump convidasse Xi Jinping e Putin para tomar vinho em sua casa na Flórida.

Lula questionou o uso de recursos em guerras e defendeu que o dinheiro fosse destinado a educação, alimentação e saúde.

Cobrança aos membros permanentes

O presidente afirmou que levará a cobrança ao discurso que fará na ONU no próximo dia 23 de setembro. Lula disse que os integrantes do Conselho de Segurança estão desrespeitando a finalidade para a qual o órgão foi criado: promover paz e harmonia, e não guerra.

Ele também declarou que pretende questionar diretamente os países que se abstêm ou não tomam decisões no momento considerado necessário. Para Lula, essa postura coloca em dúvida a permanência deles no Conselho de Segurança da ONU.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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