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Política

Maioria vê interesse próprio em decisões de ministros do STF, aponta pesquisa

Levantamento mostra percepção crítica sobre o Supremo e baixa confiança no Congresso Nacional e na imprensa.

Maioria vê interesse próprio em decisões de ministros do STF, aponta pesquisa
Foto: Divulgação/Antonio Augusto/STF

Mais da metade dos eleitores, 51,6%, considera que ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) tomam decisões mais motivados por interesse próprio do que pela lei. A avaliação aparece em levantamento que também mediu a percepção sobre a relação entre política, investigações e atuação da Corte.

Outros 23,9% não concordam nem discordam dessa afirmação, enquanto 10,9% discordam. A parcela que não soube responder foi de 13,6%.

Quando questionados sobre a ideia de que uma investigação tornada pública teria como objetivo prejudar politicamente alguém, 37,8% dos entrevistados disseram não concordar nem discordar. A afirmação foi rejeitada por 24,7% e aceita por 23%. Outros 14,5% não souberam responder.

A percepção de corrupção também foi investigada. Para 41,9% dos eleitores, o mundo político e o STF são igualmente corruptos. Não concordaram nem discordaram dessa avaliação 27,1%; 17,7% discordaram e 13,3% não souberam responder.

Confiança nas instituições

O Congresso Nacional concentrou os maiores percentuais de nenhuma confiança, com 25,4%, e pouca confiança, com 34,1%. A imprensa registrou 24,7% e 31,7% nessas categorias, respectivamente.

O STF liderou a faixa de alguma confiança, com 31,2%, seguido pelo Ministério Público (MP), com 26,5%. Na categoria muita confiança, a Polícia Federal (PF) atingiu 16%, e o MP, 13,9%.

O levantamento ouviu 1.500 eleitores entre 4 e 7 de setembro. Registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-07935/2026-Brasil, tem nível de confiança estimado em 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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