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Política

Candidato do PCO propõe dissolver a PM e legalizar drogas

Rui Costa Pimenta também defendeu cancelar o pagamento da dívida pública e negou irregularidades investigadas pela Polícia Federal.

Candidato do PCO propõe dissolver a PM e legalizar drogas

O candidato à Presidência da República pelo Partido da Causa Operária (PCO), Rui Costa Pimenta, defendeu a dissolução da Polícia Militar, o armamento da população e a legalização das drogas. As propostas foram apresentadas durante entrevista neste domingo (27).

Pimenta afirmou que o modelo atual de policiamento é ineficaz e associado a denúncias de corrupção e violência. Para substituí-lo, sugeriu uma organização controlada pela população e mencionou a criação de uma polícia de cidadãos, com chefes policiais eleitos, em referência ao modelo dos Estados Unidos. Ao ser questionado sobre o risco de formação de milícias, manteve a defesa da proposta.

O candidato também rejeitou a classificação de facções criminosas como organizações terroristas. Na avaliação dele, esse enquadramento representaria um abuso utilizado para justificar métodos ilegais de combate. Pimenta atribuiu o fortalecimento dessas organizações à proibição dos entorpecentes e disse que a legalização retiraria delas sua fonte de financiamento, solucionando o problema da criminalidade no país.

Dívida pública e investigação

Na economia, o presidente do PCO defendeu o cancelamento do pagamento da dívida pública. Segundo ele, a medida liberaria 50% do orçamento federal. Diante da possibilidade de hiperinflação, minimizou os efeitos de uma fuga de capitais e citou a Rússia como exemplo de país que apresenta bom desempenho econômico mesmo sob bloqueio internacional.

Pimenta negou as suspeitas investigadas na Operação Causa Própria, da Polícia Federal, sobre um possível direcionamento de fundos eleitorais para empresas de militantes do PCO. Ele afirmou que o partido prestou contas e que as hipóteses levantadas na investigação não têm fundamento nem evidências.

Ao comentar a relação com o Partido dos Trabalhadores (PT), disse que a legenda “perdeu o rumo e se envolveu com a política tradicional”. O candidato afirmou ter voltado a apoiar Luiz Inácio Lula da Silva por considerar o impeachment de Dilma Rousseff um golpe e por avaliar que o petista sofreu perseguição ilegal.

Pimenta justificou a candidatura como uma forma de apresentar as ideias do PCO, apesar de as pesquisas não indicarem chances de vitória. Também afirmou que o partido é composto por trabalhadores, não recebe apoio de empresários e participa de movimentos sociais durante todo o ano.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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