A notícia e o que está por trás
Política

Tarcísio defende decisão de Mendonça contra cúpula da Polícia Federal

Governador de São Paulo afirmou que o afastamento de Andrei Rodrigues responde a um constrangimento ilegal nas investigações.

Tarcísio defende decisão de Mendonça contra cúpula da Polícia Federal

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, declarou apoio à decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que afastou o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. A medida foi tomada nesta terça-feira (8), e a Segunda Turma do tribunal formou maioria para mantê-la.

Tarcísio afirmou que a decisão representa uma resposta institucional diante do que Mendonça classificou como constrangimento ilegal. Para o governador, a Polícia Federal deve atuar como instituição de Estado, e autoridades responsáveis por investigações relevantes não podem ser submetidas a esse tipo de situação.

Além de Rodrigues, Mendonça determinou o afastamento preventivo de Leandro Almada, diretor de inteligência da Polícia Federal. O ministro também ordenou que a corregedoria da corporação abra investigações penal e administrativo-disciplinar sobre a atuação do diretor-geral, que ocupava o cargo desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Eu acho que é uma decisão acertada”, disse Tarcísio. O governador também afirmou que André Mendonça passou a representar uma esperança em um cenário de saturação com determinadas situações.

Cobrança ao Supremo

Durante uma agenda em São Paulo, Tarcísio voltou a defender uma resposta institucional para o escândalo Master. Depois de participar de um ato de 7 de setembro na Avenida Paulista ao lado de Flávio Bolsonaro, adotou um tom mais moderado ao cobrar providências do Supremo.

O governador disse que cada instituição deve cumprir sua função dentro das regras legais e que as revelações relacionadas ao caso precisam ser examinadas. Também afirmou que eventuais dúvidas sobre a compatibilidade de condutas com o exercício da magistratura devem ser esclarecidas pelo próprio tribunal.

Tarcísio declarou ainda que o Supremo vive uma crise de credibilidade e defendeu apuração e responsabilização como caminhos para recuperar a confiança nas instituições. Segundo ele, esse processo não ocorrerá por meio de silêncio ou corporativismo.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

Assine nossa newsletterAs principais notícias do dia no seu e-mail.