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Política

TSE defende cooperação internacional sem interferência nas eleições brasileiras

Kassio Nunes Marques afirmou que missões estrangeiras acompanham o processo eleitoral de forma técnica e independente.

TSE defende cooperação internacional sem interferência nas eleições brasileiras

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, afirmou que países democráticos podem compartilhar experiências, mas não devem interferir nas eleições de outras nações. A declaração foi dada em entrevista ao SBT nesta sexta-feira (2), diante de possíveis ameaças internacionais ao processo eleitoral brasileiro.

“Nações democráticas dialogam, não interferem”, disse o ministro. Ele também informou que representantes das sete missões eleitorais internacionais credenciadas já estão no Brasil para acompanhar diferentes etapas da eleição, em diversos estados e com independência.

Observação internacional e segurança eleitoral

As delegações estrangeiras observarão procedimentos relacionados à preparação, à votação, à apuração e à totalização dos resultados. Entre as instituições autorizadas estão a Organização dos Estados Americanos (OEA), o Parlamento do Mercosul (Parlasul) e a União Europeia. O TSE declara que esse trabalho tem caráter técnico e não interfere na condução da eleição.

O primeiro turno ocorrerá no domingo (4). Paralelamente à atuação das missões, representantes de instituições eleitorais de mais de 25 países participarão de uma programação organizada pelo tribunal para conhecer a estrutura e os mecanismos de segurança do sistema brasileiro.

Nunes Marques afirmou que a Justiça Eleitoral pretende fornecer informações claras e confiáveis sobre esses procedimentos. Entre as medidas adotadas para enfrentar a desconfiança no sistema de votação está o convite aos dois últimos eleitores de cada seção para acompanhar o encerramento da votação. A iniciativa permitirá que essas pessoas atestem que não houve novos votos depois do fechamento da seção.

O presidente do TSE apontou a desinformação, o uso irregular da inteligência artificial, a violência política de gênero e os abusos na propaganda como os principais desafios para a Justiça Eleitoral nestas eleições. Ele também disse que o respeito aos limites constitucionais orienta a atuação do tribunal e declarou: “A Justiça Eleitoral, apesar de toda a sua ramificação, consegue manter a unicidade na missão de ser a Justiça da democracia”.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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