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Política

TSE ordena remoção de vídeo de Lula gravado no Palácio da Alvorada

Liminar de Nunes Marques atende a pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e fixa prazo de 24 horas para retirar o conteúdo.

TSE ordena remoção de vídeo de Lula gravado no Palácio da Alvorada
Foto: Divulgação/Ricardo Stuckert/PR

O ministro Nunes Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a retirada de um vídeo eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à reeleição, gravado no Palácio da Alvorada. A decisão liminar atende a um pedido da campanha de Flávio Bolsonaro e estabelece prazo de 24 horas para a remoção.

Gravado em 3 de setembro, o vídeo aborda o caso Banco Master e foi publicado no YouTube, Instagram, Facebook e X, em canais oficiais da campanha de Lula. Para o ministro, o ambiente usado na gravação não era neutro, pois continha a bandeira nacional e outros elementos relacionados ao exercício da Presidência da República.

Nunes Marques avaliou que a utilização do Palácio da Alvorada poderia caracterizar uso da estrutura pública em benefício eleitoral. A decisão relaciona essa possibilidade ao artigo 19 da Resolução TSE nº 23.735/2024.

Além da retirada do vídeo, a liminar proibiu o uso do material na propaganda eleitoral gratuita e determinou o envio de ofícios ao YouTube, Instagram, Facebook e X para que as publicações sejam removidas diretamente pelas plataformas.

A Presidência da República, a Secretaria de Comunicação Social e o Gabinete de Segurança Institucional também deverão informar a origem dos recursos e da equipe empregados na produção. Os órgãos têm cinco dias para apresentar os esclarecimentos solicitados.

Decisão ainda é provisória

O ministro rejeitou o pedido para que as plataformas fossem obrigadas a preservar integralmente o conteúdo. A decisão registra que a empresa Verifact já produziu um relatório técnico com a preservação do material questionado, razão pela qual Nunes Marques considerou desnecessária a imposição da mesma medida às redes sociais.

A liminar pode ser modificada durante o processo. A análise do mérito da representação, que definirá se houve irregularidade eleitoral, ainda não foi concluída.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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