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Política

Vorcaro viu sessão do STF pela televisão na prisão, diz advogado

Defesa afirma que ex-banqueiro acompanhou julgamento sobre possível investigação de Alexandre de Moraes por TV aberta na Papudinha.

Vorcaro viu sessão do STF pela televisão na prisão, diz advogado
Foto: Reprodução/Facebook

O ex-banqueiro Daniel Vorcaro acompanhou pela televisão a sessão do Supremo Tribunal Federal (STF) que discutiu a possibilidade de abrir uma investigação contra o ministro Alexandre de Moraes. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (18) pelo advogado Sérgio Leonardo, que representa Vorcaro.

O julgamento tratou da eventual apuração de uma suposta troca de mensagens entre Moraes e o ex-dono do Banco Master antes da prisão de Vorcaro. De acordo com o defensor, os presos da chamada Papudinha, ala do Complexo Penitenciário da Papuda, têm televisores nas celas. Vorcaro está detido no local há cerca de dois meses e meio.

Acesso à televisão

Vorcaro recebeu autorização do próprio STF para assistir televisão no presídio. A decisão considerou o princípio da igualdade no sistema prisional, já que os demais detentos da unidade também têm acesso ao aparelho.

A permissão, porém, vale apenas para canais de TV aberta. O ex-banqueiro não pode assistir a canais de notícias por assinatura, emissoras fechadas ou serviços de streaming. Entre as opções liberadas está a TV Justiça, emissora do Supremo.

Em entrevista, Sérgio Leonardo também afirmou que seu cliente pode colaborar com as apurações relacionadas ao Banco Master. Questionado sobre a possível troca de mensagens com Alexandre de Moraes, o advogado declarou: “O Vorcaro pode ajudar em todos os fatos”.

Sobre a possibilidade de uma delação premiada, Leonardo disse que o ex-banqueiro continua disposto a aceitar um acordo de forma completa e decisiva. Segundo o defensor, eventual colaboração seria abrangente e efetiva, mas não representaria a única estratégia da defesa.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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