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Política

Zema propõe reduzir impostos e simplificar regras para empresas

Plano de governo prevê cortes graduais na carga tributária, redução do IOF e mudanças no cálculo de impostos empresariais.

Zema propõe reduzir impostos e simplificar regras para empresas
Foto: Reprodução

O plano de governo de Romeu Zema, candidato do Novo, propõe reduzir gradualmente a carga tributária e simplificar a forma como empresas e operações financeiras são tributadas. A estratégia seria acompanhada por cortes nas despesas públicas, de modo que a diminuição dos impostos estivesse vinculada à redução dos gastos do Estado.

Entre as medidas está a redução dos custos tributários das operações financeiras, começando pelo Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O documento também defende a diminuição progressiva do Imposto de Renda das empresas, com o objetivo de deixar mais recursos na atividade produtiva para investimento, expansão e geração de empregos.

Tributação das empresas e reforma tributária

Zema propõe alterar o cálculo dos impostos diretos empresariais, como o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ). Pela proposta, a Receita apuraria automaticamente o valor devido a partir da nota fiscal eletrônica, eliminando anexos, faixas e obrigações acessórias. A intenção apresentada no plano é reduzir o tempo e os custos gastos pelos empreendedores com burocracia.

O programa também estabelece que a regulamentação da Reforma Tributária não deve reproduzir a complexidade do sistema atual. A proposta menciona evitar burocracias desnecessárias, regimes especiais, exceções e tratamentos favorecidos, além de prever monitoramento técnico, transparência sobre impactos setoriais e compromisso verificável de neutralidade da carga tributária.

Importações e créditos de carbono

Na área de comércio exterior, o plano prevê aproximar gradualmente as tarifas brasileiras de importação da média dos países em desenvolvimento, conforme o Custo Brasil seja reduzido. A medida seria acompanhada pelo fim da dupla tributação e pela diminuição de barreiras não tarifárias.

Para o mercado de carbono, Zema defende regras para a comercialização voluntária de créditos com o mercado internacional. O plano prevê um ambiente de negócios seguro e desburocratizado e afirma que essa atividade deve ocorrer sem a criação de novos tributos ou custos para os brasileiros.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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