Conta de luz e alimentos levam IPCA a queda de 0,32% em agosto
Desconto de Itaipu reduziu a tarifa de energia, enquanto alimentos e transportes também contribuíram para o resultado negativo do índice.
Desconto de Itaipu reduziu a tarifa de energia, enquanto alimentos e transportes também contribuíram para o resultado negativo do índice.
Índice, calculado pelo IBGE para famílias com renda de um a cinco salários mínimos, recuou pelo segundo mês consecutivo.
Índice acumula alta de 5,41% no ano, enquanto a taxa em 12 meses recua para 7,03%.
Inflação oficial teve a maior deflação desde 2022; energia elétrica, passagens aéreas e alimentos ficaram entre as maiores quedas.
Inflação acumulada ficou abaixo do teto de 4,50% pelo segundo mês seguido, impulsionada pela queda dos alimentos e dos combustíveis.
Queda na energia elétrica residencial levou o grupo Habitação a registrar o menor resultado para agosto desde o Plano Real.
Energia elétrica, passagens aéreas e alimentos ajudaram a levar o índice mensal à deflação, informou o IBGE.
Índice acumulado em 12 meses teve alta de 4,22%, também abaixo da mediana das estimativas dos analistas.
Produção industrial caiu 0,5% na média nacional, com perdas mais fortes no Pará e no Maranhão; São Paulo recuou 2,7%.
Produção industrial nacional cresceu 0,2% em julho ante junho, com alta em São Paulo e sete estados.
Dados do IBGE mostram jornadas mais longas e menor rendimento horário; Caixa aceita renda de plataformas na análise de financiamento imobiliário.
Pesquisa de 2025 mostra que motoristas de aplicativo trabalham mais horas e recebem menos por hora do que condutores não plataformizados.
Pesquisa do IBGE mostra que profissionais de plataformas trabalharam 44,7 horas por semana em 2025, contra 39,3 horas dos demais ocupados privados.
Pesquisa do IBGE mostra que cerca de 1,155 milhão de pessoas atuavam em plataformas de transporte particular de passageiros.
Levantamento do IBGE mostra que comerciantes que usam e-commerce têm maior escolaridade, renda e jornada de trabalho.
Levantamento do IBGE mostra que 79 mil dos 405 mil motociclistas de plataformas contribuíam para a previdência em 2025.
Pesquisa do IBGE mostra jornadas mais longas, menor rendimento por hora e maior informalidade entre trabalhadores de plataformas.