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Bienal de São Paulo notifica editora após ação com máscara de Ghostface

Organização afirmou que a presença do homem não fazia parte da programação oficial; editora negou ter contratado ou convidado o participante.

Bienal de São Paulo notifica editora após ação com máscara de Ghostface
Foto: Reprodução/redes sociais

A Bienal Internacional do Livro de São Paulo notificou a Editora Fruto Proibido após tomar conhecimento de uma ação realizada no estande da empresa durante a 28ª edição do evento. Vídeos divulgados nas redes sociais mostram um homem com uma máscara semelhante à de Ghostface, personagem da franquia “Pânico”, interagindo com visitantes e beijando uma frequentadora.

A organização afirmou que o episódio ocorreu dentro do espaço da editora, especializada em livros de dark romance, mas não integrou a programação da Bienal nem foi uma atividade promovida ou autorizada pelo evento. A notificação foi feita depois que a organização soube do caso.

A Bienal declarou que não aceita comportamentos ou iniciativas inadequadas direcionadas ao público e disse trabalhar para preservar um ambiente seguro, respeitoso e acolhedor para visitantes, expositores, autores, profissionais e demais participantes.

O que mostram os vídeos

Nas gravações, o homem mascarado aparece abordando pessoas no evento. Algumas imagens registram interações de natureza sexual e, em uma delas, ele beija uma mulher que estava no local. A máscara usada é associada ao personagem Ghostface, da franquia “Pânico”.

A Editora Fruto Proibido negou ter contratado, chamado ou pedido a presença do homem. Também informou que, até aquele momento, não sabia quem ele era e não tinha conhecimento de situações relacionadas à pessoa que usava a máscara.

De acordo com a editora, a chegada ocorreu espontaneamente. No início, a equipe e o público interpretaram a presença como uma descontração, e foram feitos registros em fotos e vídeos, como aconteceu com outros visitantes. A empresa afirmou ainda que as poses e as interações documentadas ocorreram com a participação das pessoas que se aproximaram para fotografias.

Quando avaliou que o episódio havia assumido outra dimensão, a equipe passou a pedir a identificação dos envolvidos. A editora declarou que, naquele momento, já não conseguia controlar a situação e que não endossa as atitudes atribuídas ao homem, especialmente aquelas que não conhecia quando os registros foram feitos.

A empresa lamentou a repercussão e eventual desconforto causado a leitores, autores, parceiros e à comunidade ligada à editora. Também informou que pretende ampliar os cuidados e adotar regras mais rigorosas para interações e gravações em seu espaço durante eventos. A Bienal ocorreu entre sexta-feira (4) e domingo (6), em São Paulo.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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