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Imagens atualizadas mostram destruição em cidades da Faixa de Gaza

Registros de satélite exibem bairros em ruínas, áreas de terra batida e acampamentos de tendas no território palestino.

Imagens atualizadas mostram destruição em cidades da Faixa de Gaza

Imagens de satélite atualizadas nas plataformas Google Earth e Google Maps mostram a extensão da destruição na Faixa de Gaza. Os registros permitem comparar a situação física recente de cidades do território com fotografias anteriores aos ataques de outubro de 2023.

As imagens indicam bairros inteiros reduzidos a escombros e a formação de acampamentos de tendas ao longo do litoral. Entre as áreas mais afetadas estão a Cidade de Gaza, o complexo do Hospital Al-Shifa, Rafah, Khan Younis, Jabalia, Beit Lahiya e o bairro de Tel al-Sultan.

Locais que antes abrigavam residências, centros comerciais, estruturas de abastecimento de água e edifícios públicos aparecem cobertos por destroços ou convertidos em grandes áreas de terra batida.

Levantamentos sobre os danos

Dados do Centro de Satélites das Nações Unidas e da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (Unrwa) apontam danos em 82% das estruturas da Faixa de Gaza. Cerca de dois terços delas teriam sido completamente destruídas.

O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento estima em 61 milhões de toneladas o volume de escombros acumulado no território. O total é aproximadamente 20 vezes maior que o registrado em todos os conflitos armados do mundo nos últimos 18 anos.

Relatórios da Anistia Internacional e da Human Rights Watch apontam que 97% das escolas foram atingidas. Os documentos também registram comprometimento de mais da metade dos hospitais e da infraestrutura de saneamento básico.

A Comissão Internacional Independente de Inquérito da ONU e a Anistia Internacional concluíram, em levantamentos formais, que as ações militares israelenses em Gaza configuram crime de genocídio.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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