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Política

AGU apoia decisão de Fachin sobre comando da Polícia Federal

Advocacia-Geral da União afirma que decisão do presidente do STF reafirma competência do presidente da República sobre cargos da PF.

AGU apoia decisão de Fachin sobre comando da Polícia Federal
Foto: Nelson Jr./SCO/STF

A Advocacia-Geral da União (AGU) manifestou apoio à decisão de Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu os efeitos de decisões dos ministros André Mendonça e Flávio Dino relacionadas ao comando da Polícia Federal.

As decisões anteriores afastaram e depois reintegraram, respectivamente, Andrei Rodrigues do cargo de diretor-geral da Polícia Federal e Leandro Almada da direção de Inteligência da corporação. Com a medida de Fachin, ficam suspensos os efeitos da decisão monocrática tomada no processo mencionado pela AGU.

Argumento constitucional

A manifestação da Advocacia-Geral da União afirma que Fachin acolheu, nesta quarta-feira (17/09), um pedido liminar apresentado pela instituição no dia anterior. A AGU sustentou que a decisão preserva a competência constitucional do presidente da República para nomear e retirar ocupantes dos cargos de direção da Polícia Federal.

A entidade declarou que a medida “restaura a ordem pública e administrativa” e reafirma a prerrogativa presidencial prevista no artigo 84, incisos I e II, da Constituição Federal. Para a AGU, a suspensão também recompõe as condições necessárias ao funcionamento regular das atividades da corporação, descrita na nota como instituição essencial à segurança pública e ao Estado Democrático de Direito.

Além do caso específico, a Advocacia-Geral da União avaliou que a decisão contribui para recompor a institucionalidade no STF e fortalecer a confiança da sociedade no Poder Judiciário. A entidade também associou a medida à harmonia entre os Poderes da República, por considerar que ela respeita as competências atribuídas pela Constituição Federal a cada um deles.

Na nota, a AGU afirmou ter recebido a decisão com satisfação, respeito e esperança. Também disse que sua atuação desde o início foi baseada no diálogo institucional, na prudência e no respeito às prerrogativas constitucionais, dentro das atribuições da instituição e em defesa dos interesses da União.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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