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Política

Paulo Gonet rejeita afastamento e investigação sobre sua conduta no caso Master

Em ofício ao CSMPF, procurador-geral afirmou não haver elementos para afastá-lo das apurações ou abrir apuração criminal contra ele.

Paulo Gonet rejeita afastamento e investigação sobre sua conduta no caso Master
Foto: Rosinei Coutinho/STF - 15.09.2026

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que não há fundamento para seu afastamento das investigações relacionadas ao Banco Master nem para a abertura de uma apuração criminal sobre sua própria conduta. A posição foi apresentada em ofício encaminhado ao Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF) na terça-feira (15).

Gonet declarou que se considera apto a atuar nos procedimentos envolvendo o banco e Daniel Vorcaro, apontado no documento como antigo gestor da instituição. “Nada existindo que justifique a abertura de uma apuração criminal sobre o meu agir”, escreveu o procurador-geral.

Em uma manifestação separada, dirigida a integrantes do Ministério Público Federal (MPF) depois de uma sessão do Supremo Tribunal Federal (STF), Gonet afirmou que o país atravessa momentos conturbados. Também disse que não costuma participar de debates públicos fora dos espaços que considera adequados.

O procurador-geral afirmou ainda que encaminhou ao CSMPF as informações solicitadas, mesmo depois de o ministro André Mendonça reconhecer, conforme a manifestação, que a análise de mensagens com o nome de Gonet não apontou conteúdo que o desabonasse. Durante a sessão, Gonet também negou ter uma relação de proximidade com Vorcaro. Segundo ele, houve apenas um encontro presencial entre os dois e, depois, uma breve saudação por telefone.

Na manifestação ao MPF, Gonet reafirmou respeito à instituição e compromisso com as atribuições do cargo. Disse que continuará buscando uma atuação técnica, equilibrada e coerente com o ordenamento jurídico, voltada ao cumprimento de suas funções constitucionais.

A sessão do STF foi interrompida após um pedido de vista do ministro Flávio Dino. Até aquele momento, o plenário estava dividido sobre a possibilidade de analisar conjuntamente os casos envolvendo Alexandre de Moraes e André Mendonça.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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