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Política

Lula deve defender soberania e criticar interferência dos Estados Unidos em discurso

Pronunciamento na véspera do 7 de Setembro deve abordar comércio, minerais estratégicos, Amazônia e petróleo na Margem Equatorial.

Lula deve defender soberania e criticar interferência dos Estados Unidos em discurso
Foto: Divulgação/Ricardo Stuckert/PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve usar um pronunciamento em cadeia nacional neste domingo (6), véspera do 7 de Setembro, para defender a soberania brasileira e criticar tentativas de interferência dos Estados Unidos na política interna do país.

A fala deve incluir uma afirmação de que o Brasil não aceitará ser pressionado a escolher seus parceiros comerciais. O tema está relacionado às tarifas aplicadas pelo governo norte-americano sobre exportações brasileiras. Uma dessas taxas foi justificada pelos Estados Unidos com base na alegação de trabalho análogo à escravidão no Brasil, enquanto o Palácio do Planalto interpreta a medida como uma tentativa de restringir as relações comerciais brasileiras com a China.

Lula deve sustentar que o país tem autonomia para definir de quem compra e para quem vende. “Não somos, e não seremos colônia de ninguém”, deverá afirmar, ao defender que decisões brasileiras não sejam submetidas a interesses estrangeiros.

Recursos naturais e desenvolvimento

Outro eixo do discurso será a proteção das riquezas naturais. O presidente deve mencionar a aprovação recente da política nacional para minerais estratégicos e destacar reservas de água doce e petróleo como oportunidades de desenvolvimento e geração de riqueza para a população.

A referência ao petróleo estará ligada à identificação, pela Petrobras, de indícios do recurso na Margem Equatorial, no Amapá. Lula também deve afirmar que a soberania depende da capacidade de proteger o território, as fronteiras e os recursos naturais de investidas externas. Em discursos recentes, indicou que pretende ampliar gastos militares estratégicos caso seja eleito para um quarto mandato.

A biodiversidade brasileira e a Amazônia também devem ocupar espaço na mensagem. O presidente deve apresentar o país como exemplo na defesa do meio ambiente e citar dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, divulgados em agosto, segundo os quais os alertas de desmatamento na região chegaram ao menor nível da série histórica iniciada em 2016.

Lula deve ainda definir o Brasil como referência em transição energética e no enfrentamento da emergência climática. O encerramento previsto combinará uma defesa da união nacional com uma saudação pelo Dia da Independência e uma referência religiosa: “que Deus continue abençoando o Brasil”.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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