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Erika Hilton pede prisão de Nikolas por divulgação de laudo falso da PF

Deputado diz que apagou o documento após descobrir a falsificação e relaciona ações judiciais a vídeo sobre Lulinha.

Erika Hilton pede prisão de Nikolas por divulgação de laudo falso da PF
Foto: Reprodução de vídeo

A deputada Erika Hilton (PSOL-SP) apresentou na sexta-feira, 4, uma representação na Justiça contra o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) pela divulgação de um laudo falso atribuído à Polícia Federal. A ação pede a prisão do parlamentar e também é assinada pela deputada estadual Bella Gonçalves (PSOL-MG) e pela candidata a deputada federal Ana Elisa (PT-MG).

Erika afirmou que o documento, produzido por inteligência artificial, teria sido divulgado durante a campanha eleitoral. “O que Nikolas fez é CRIME”, escreveu a deputada. Segundo ela, a publicação de um documento oficial falso pode resultar em pena de até 6 anos de prisão.

O material dizia não haver indícios de crime em conversas entre Nikolas e Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master. A Polícia Federal confirmou que o laudo não havia sido produzido pela corporação.

Nikolas declarou que apenas republicou o documento e retirou a postagem depois de saber que se tratava de uma falsificação. O caso ocorreu após a divulgação de mensagens trocadas entre o deputado e Vorcaro.

Pedidos na Justiça Eleitoral

O parlamentar afirmou que as medidas judiciais foram apresentadas depois de ele anunciar a publicação de um vídeo sobre Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha. André Janones (Rede-MG), segundo Nikolas, pediu a suspensão de seu perfil no Instagram à Justiça Eleitoral.

Nikolas também disse que a ação de Erika Hilton foi rejeitada. Em publicação no X neste sábado, 5, afirmou que os pedidos haviam sido derrotados e anunciou novo conteúdo para domingo.

Conversas com Vorcaro

Em vídeo nas redes sociais, Nikolas negou ter chamado Vorcaro de “lindão”. Ele comparou a relação que mantinha com o ex-banqueiro à de autoridades como Alexandre de Moraes, Paulo Gonet e Andrei Rodrigues.

O deputado disse ainda que uma das conversas tratava de uma publicação sobre o Banco Master feita em 2024. De acordo com sua explicação, naquele período ele não sabia que Vorcaro era o proprietário da instituição.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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