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Economia

Semana reúne dados de atividade e decisões sobre juros em quatro economias

China, zona do euro e Reino Unido divulgam indicadores, enquanto Brasil e Estados Unidos definem os rumos das taxas básicas.

Semana reúne dados de atividade e decisões sobre juros em quatro economias

A agenda econômica internacional começa com dados de atividade da China referentes a agosto. As divulgações incluem informações sobre desemprego, vendas no varejo e produção industrial. Na zona do euro, os mercados acompanham a balança comercial na terça-feira e o índice de inflação ao consumidor na quinta-feira (17). O Reino Unido também anuncia sua decisão sobre a taxa de juros na quinta-feira, enquanto os Estados Unidos divulgam os pedidos de seguro-desemprego.

No Brasil, a programação combina indicadores de atividade e a decisão sobre a taxa básica de juros. Nesta segunda-feira (14), será publicado o Relatório Focus, com as projeções de analistas para inflação, Produto Interno Bruto (PIB) e juros.

Na terça-feira (15), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresenta os dados sobre o volume de vendas do comércio em julho e as estimativas atualizadas para a safra agrícola. O órgão também divulga números trimestrais de abates de animais e da produção de leite, couro e ovos.

Decisões de juros

A quarta-feira, 16 de setembro, concentra as decisões de política monetária do Brasil e dos Estados Unidos. No país, a expectativa predominante é de corte de 0,25 ponto percentual na Selic, de 14% para 13,75% ao ano. O Banco Central deve divulgar o resultado por volta das 18h30, após o fechamento dos negócios na bolsa.

Na mesma data, o Banco Central publica o IBC-Br referente a julho. O indicador é considerado uma prévia do desempenho do PIB e será o primeiro dado divulgado após a desaceleração da economia registrada no segundo trimestre.

Nos Estados Unidos, a ferramenta FedWatch, do CME Group, aponta que 86,5% dos analistas projetam alta de 0,25 ponto percentual. Nesse cenário, a taxa passaria do intervalo de 3,5% a 3,75% para a faixa de 3,75% a 4% ao ano. As previsões, portanto, indicam movimentos opostos para os juros brasileiros e norte-americanos na chamada Superquarta.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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