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Justiça

Projeto com IA leva ministros do STF para jogo de combate em 2D

Criado por Felipe Pacheco, o game usa IA em imagens, vozes, sons e programação e pode ser jogado pelo celular.

Projeto com IA leva ministros do STF para jogo de combate em 2D

Uma experiência criada para testar os limites da inteligência artificial colocou ministros do Supremo Tribunal Federal em um jogo de luta inspirado em Street Fighter. O “Supremo Tribunal Fighter” tem seleção de personagens, barras de energia, fases e combates em duas dimensões, com acesso também pelo celular.

O projeto foi desenvolvido por Felipe Pacheco, especialista em inteligência artificial, como parte de uma meta pessoal: criar um projeto com IA por dia durante o mês de setembro. De acordo com Pacheco, a versão funcional ficou pronta em menos de um dia. “Fui dormir com a ideia de fazer uma rinha de ministro e, no dia seguinte, tinha um jogo inteiro funcionando”, afirmou ao apresentar a criação nas redes sociais.

Como o jogo foi construído

A produção começou com pesquisas de fotografias, notícias e referências de jogos de luta. Esse material foi usado para definir a aparência dos personagens, os cenários e outros elementos do game. Os ministros foram representados como lutadores pixelados, enquanto as arenas incorporaram referências jurídicas e políticas.

Entre os ambientes exibidos estão o prédio do STF, em Brasília, o Fórum de Lisboa e Tayayá. As imagens também mostram confrontos com movimentos próprios e recursos típicos de jogos de luta em 2D.

Pacheco informou que usou o ChatGPT na criação das imagens e o ElevenLabs para produzir vozes, músicas e efeitos sonoros. Claude e Codex auxiliaram na programação, reunindo artes, sons e regras e ajudando a desenvolver botões, poderes, fases e placar.

O resultado exigiu cerca de 20 idas e vindas para que a mecânica fosse ajustada. Mesmo depois dos testes, alguns erros permaneceram. “Claro que nada é de primeira. Sempre tem que iterar, arrumar, mexer”, disse o especialista.

Um experimento de criação

O desenvolvedor apresentou o jogo como uma demonstração de que ferramentas de IA podem transformar uma ideia inicial em um projeto funcional sem que todos os detalhes estejam definidos desde o começo. Ele afirmou usar inteligência artificial diariamente há mais de quatro anos e continuar surpreso com as possibilidades desses recursos.

A proposta, segundo Pacheco, é testar, modificar e tentar novamente durante o processo de criação. O jogo surgiu em um momento de julgamentos de grande repercussão no Supremo, incluindo processos sobre a tentativa de golpe de Estado e o caso Banco Master, que também expôs divergências entre integrantes da Corte.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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