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Justiça

Em sessão do STF, Dino associa rotina dos ministros a vídeo de Porchat

Ministro recomendou que Edson Fachin assistisse a uma gravação humorística sobre o volume de decisões e expedientes do Supremo.

Em sessão do STF, Dino associa rotina dos ministros a vídeo de Porchat

Flávio Dino recomendou a Edson Fachin que assistisse a um vídeo de Fábio Porchat durante a sessão do Supremo Tribunal Federal. A sugestão ocorreu depois de o presidente da Corte mencionar a grande quantidade de expedientes recebidos pelo Tribunal.

Fachin respondeu que ainda não tinha visto a gravação porque estava analisando os ofícios que haviam chegado. Dino afirmou que, embora o vídeo trate da rotina dos jornalistas, a situação também poderia ser relacionada ao trabalho dos ministros, diante do volume de petições e decisões em análise.

“É um vídeo muito bom, porque nós estamos parecidos”, disse Dino. O ministro também explicou que havia chegado atrasado à sessão porque estava decretando a prisão de pessoas e voltou a recomendar que Fachin assistisse ao conteúdo.

A brincadeira de Porchat

Na gravação mencionada, Porchat interpreta um comunicado oficial de jornalistas brasileiros dirigido a Fachin. Em tom de humor, pede uma trégua na sequência de decisões e novidades divulgadas pelo Supremo, inclusive à noite e nos fins de semana.

Entre as situações ironizadas está a divulgação de quebras de sigilo em horários considerados inadequados. “ninguém aguenta mais quebra de sigilo 11 da noite”, afirma o humorista em um trecho do vídeo.

Porchat também faz referência ao ritmo das redações diante de decisões sucessivas, citando episódios envolvendo André Mendonça, Flávio Dino e a cúpula da Polícia Federal.

Referência a Chico César

A menção à cultura popular apareceu novamente durante a sessão. Ao criticar a atuação de Fachin na relatoria de processos relacionados à crise no Supremo, Dino afirmou que o presidente da Corte era um homem probo e bem-intencionado, mas observou que essas características não eliminariam a possibilidade de erro.

Para sustentar a afirmação, o ministro citou uma música de Chico César, sem informar qual canção tinha em mente. A referência foi associada à música “Deus Me Proteja”, cuja letra fala sobre a necessidade de proteção contra a própria pessoa e contra a maldade de gente boa.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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