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Justiça

STF delimita investigação sobre mensagens e atos ligados ao caso Banco Master

Relatório apresentado por Edson Fachin resumiu decisões do caso e restringiu o julgamento às nulidades e à continuidade da apuração.

STF delimita investigação sobre mensagens e atos ligados ao caso Banco Master

O julgamento no Supremo Tribunal Federal sobre os desdobramentos do caso Banco Master ficará, neste momento, restrito à possibilidade de continuidade da investigação e às nulidades apontadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR). A definição foi apresentada pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin, ao concluir a leitura de seu relatório nesta terça-feira, 15.

O documento também esclareceu que o plenário não examinará agora eventual responsabilidade penal de autoridades nem fará uma avaliação definitiva das provas reunidas. A análise ocorrerá em sessão extraordinária.

Requisição e mensagens

Ao reconstituir as decisões e manifestações que levaram o caso ao plenário, Fachin mencionou a requisição que permitiu identificar mensagens enviadas por Daniel Vorcaro a Alexandre de Moraes. O relatório ainda registrou medidas adotadas posteriormente por André Mendonça contra integrantes da cúpula da Polícia Federal.

Fachin destacou que Mendonça declarou ter pedido à Polícia Federal somente a atualização de uma investigação que já existia sobre a rede de influência de Vorcaro. Conforme esse relato, o objetivo não teria sido iniciar uma apuração contra Moraes.

O presidente do STF apresentou ainda a manifestação da PGR, que apontou “dupla nulidade” na apuração. A avaliação se baseou na ausência de provocação do Ministério Público ou da Polícia Federal e na participação de um ministro do STF sem deliberação prévia do plenário.

A exposição do relatório levou cerca de 40 minutos. O processo é identificado pelo número Pet 16.662.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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