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Economia

FIEMG pede sequência de cortes da Selic para reanimar indústria

Entidade avalia que a taxa de 13,75% ao ano ainda encarece o crédito e limita investimentos, produção e competitividade.

FIEMG pede sequência de cortes da Selic para reanimar indústria

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) avaliou que a redução da Selic para 13,75% ao ano ainda não basta para aliviar os efeitos dos juros elevados sobre a economia brasileira. A entidade defende que o Banco Central mantenha uma trajetória consistente de cortes da taxa básica.

O Comitê de Política Monetária (Copom) reduziu a Selic em 0,25 ponto percentual nesta quarta-feira (16), em um cenário de desaceleração da inflação e de sinais de perda de dinamismo da atividade econômica. Para a FIEMG, porém, a taxa continua em nível restritivo para empresas e consumidores.

Efeitos sobre a indústria

Na avaliação da federação, juros elevados encarecem o crédito, adiam investimentos e diminuem a capacidade de expansão industrial. Com isso, podem afetar a produção, o emprego e a competitividade do setor.

“Mesmo com a redução, a Selic permanece em patamar elevado e continua encarecendo o crédito, restringindo investimentos e reduzindo a competitividade da indústria”, afirmou João Gabriel Pio, economista-chefe da FIEMG.

O economista disse que a estabilidade de preços é necessária para o crescimento, mas deve vir acompanhada de condições que permitam às empresas investir, inovar e gerar empregos.

A FIEMG considerou o corte necessário, embora insuficiente, e pediu continuidade na redução dos juros. Para a entidade, responsabilidade fiscal, inflação sob controle e queda gradual da Selic podem destravar investimentos, elevar a produtividade e fortalecer a competitividade da economia brasileira.

A federação também destacou a importância da previsibilidade da política econômica para que as empresas consigam planejar projetos de longo prazo.

Texto produzido pela Redação Diário de Contexto com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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